História em nossas mãos
A exposição “História em Nossas Mãos” nasce da preservação da trajetória da Mestra da Moda e do Artesanato Norte-Mineiro. Por meio de peças produzidas em diferentes períodos, o público pode conhecer técnicas, estilos e memórias que atravessam décadas de dedicação à moda artesanal.
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Atualmente, a exposição possui caráter permanente no Ateliê Mamãe Quem Fez, onde parte do acervo permanece aberta à visitação e apreciação do público. O espaço foi estruturado para reunir memória, exposição e preservação em um mesmo ambiente, mantendo viva a história construída pela Mestra.
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Mais de 100 itens do acervo já passaram por processo de catalogação, com identificação e organização de seus registros. São roupas, bolsas, biquínis, peças decorativas e outras criações que ajudam a documentar diferentes momentos da produção artesanal da Mestra.
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A exposição e sua reserva técnica vão muito além das peças já catalogadas. O Ateliê preserva aproximadamente outros 150 itens ainda em processo de identificação e catalogação, incluindo moda para bebês, calçados e diversas outras criações. Assim, o acervo permanece em constante construção, pesquisa e ampliação.
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As peças que não estão em exposição permanecem armazenadas no depósito integrado ao espaço da exposição permanente. Os itens são acondicionados individualmente em embalagens plásticas fechadas e vedadas, buscando protegê-los enquanto aguardam catalogação, organização ou uma nova oportunidade de exposição.
A exposição não é um conjunto fechado. Novas peças e informações são continuamente incorporadas, enquanto outros itens passam por identificação, registro e organização. Dessa maneira, “História em Nossas Mãos” acompanha uma trajetória que continua sendo construída no presente.
Embora tenha sua sede permanente no Ateliê Mamãe Quem Fez, “História em Nossas Mãos” também possui caráter de circulação. Parte de seu acervo pode ser organizada e transportada para ocupar centros culturais, escolas, feiras e outros espaços, aproximando essa memória de novos públicos.
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Além de sua exposição permanente, parte do acervo já foi apresentada durante sete dias em um centro cultural, ampliando o contato do público com a história da Mestra e demonstrando a capacidade da exposição de ocupar outros espaços culturais.
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Essa circulação fortalece seu propósito de preservar, mas também de compartilhar a memória da moda artesanal norte-mineira.